segunda-feira, 16 de maio de 2016

RIVALIDADES IMPERIALISTAS

A França impunha-se ao Império Alemão, o que se explica, por um lado, pela disputa da Alsácia e da Lorena (territórios perdidos para a Alemanha em 1871 - guerra franco-prussiana) e, por outro lado, pelo desenvolvimento alemão que retirou à França parte da preponderância económica que esta detinha sobre a Europa. Em contrapartida, a França conseguiu dominar grande parte do Norte de África.


O Império Russo opunha-se ao Império Austro-Húngaro, o que se justificava pela disputa da influência nos Balcãs. O Império Russo também se opunha ao Japão, pois as ambições russas no Extremo Oriente colidiam com o imperialismo japonês, o que acabou por provocar a guerra russo-japonesa (1904-1905), de que o Japão saiu vitorioso.

A tensão gerada por estas rivalidades económicas e políticas levou os Estados europeus a procurarem aliados:
1879 - Dupla Aliança (Alemanha e Áustria-Hungria);
1882 - Tríplice Aliança (Alemanha, Áustria-Hungria e Itália);
1907 - Tríplice Entente (França, Rússia e Grã-Bretanha).
A política de alianças era complementada por uma corrida aos armamentos.

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Em 1908 a Áustria-Hungria anexou a Bósnia-Herzegovina, gerando protestos da Sérvia, a qual pretendia desempenhar um papel influente nos Balcãs (panservismo).

Assassinato do herdeiro da Áustria-Hungria

Em 1914, quando o herdeiro ao trono austro-húngaro foi assassinado na Bósnia, a suspeita de que a Sérvia pudesse estar envolvida no ato levou o imperador Francisco José da Áustria-Hungria a declarar guerra à Sérvia. 
Era o fim da paz armada e o início da 1ª Guerra Mundial.

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