quinta-feira, 5 de maio de 2016

ORA AQUI ESTÁ A DESEJADA MATRIZ DO ÚLTIMO TESTE DO ANO LETIVO


Conteúdos
Objetivos
Estrutura e Cotações
I – AS TRANSFORMAÇÕES ECONÓMICAS NA EUROPA E NO MUNDO
 
1.3. A agudização das diferenças
 
- A confiança nos mecanismos autorreguladores do mercado. As crises do capitalismo.
 
- O mercado internacional e a divisão internacional do trabalho
 
II – A SOCIEDADE INDUSTRIAL E URBANA
 
2.2. Unidade e diversidade da sociedade oitocentista
 
- A condição operária: salários e modos de vida. Associativismo e sindicalismo; as propostas socialistas de transformação revolucionária da sociedade
 
 
 
 
IV – PORTUGAL, UMA SOCIEDADE CAPITALISTA DEPENDENTE
 
- A Regeneração entre o protecionismo e o livre-cambismo (1850-1880): o desenvolvimento de infraestruturas; a dinamização da atividade produtiva; a necessidade de capitais e os mecanismos da dependência
 
- Entre a depressão e a expansão (1880-1914): a crise financeira de 1880-1890 e o surto industrial de final do século
 
 
1.       Reconhecer as crises do capitalismo como momentos de desequilíbrio entre a oferta e a procura.
2.       Reconhecer as características das crises do capitalismo liberal.
3.       Reconhecer os princípios do liberalismo económico.
4.       Explicitar os princípios do livre-cambismo.
5.       Compreender a oposição entre livre-cambismo e protecionismo.
 
 
 
 
6.       Reconhecer o antagonismo existente na sociedade oitocentista entre a burguesia e o operariado.
7.       Caracterizar o modo de vida operário.
8.       Caracterizar as condições de trabalho a que o operariado estava sujeito.
9.       Reconhecer, nas formas que o movimento operário assumiu, a resposta à questão social do capitalismo industrial.
10.   Compreender a importância do movimento operário na luta por melhores condições de trabalho.
11.   Identificar as críticas feitas por Marx ao capitalismo.
12.   Enunciar os princípios de transformação da sociedade propostos por Marx e Engels.
 
13.   Analisar a política de obras públicas implementada por Fontes Pereira de Melo.
14.   Reconhecer a importância das vias de comunicação e de transporte no desenvolvimento económico do país.
15.   Integrar o processo de industrialização portuguesa no contexto geral, identificando fatores que a limitaram.
16.   Apresentar as características da economia portuguesa no final do século XIX.
17.   Compreender o surto de desenvolvimento económico que ocorreu até à década de 90.
18.   Reconhecer a dependência da economia nacional face ao estrangeiro.
19.   Explicitar os fatores que estão na origem da crise financeira de 1880-1890.
20.   Compreender o surto industrial que ocorreu na viragem do século.
(A)      Identificar, clarificar e aplicar de forma correta os conceitos trabalhados: Crise cíclica; Livre-cambismo; Sociedade de classes; Proletariado; Movimento operário; Socialismo; Marxismo; Regeneração.
 
GRUPO I
3 Questões de resposta obrigatória (50 pontos)
 
 
 
 
 
 
 
 
GRUPO II
4 Questões de resposta obrigatória, incluindo o item de desenvolvimento (100 pontos)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
GRUPO III
3 Questões de resposta obrigatória (50 pontos)
 
 
 
 
 
 
 
TOTAL = 200 pontos

27 comentários:

  1. Vai colocar aqui no blog a proposta de correção do teste?

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  2. Vai colocar a proposta de correção do teste?

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  3. Vai colocar aqui a proposta de teste?

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    1. Hão-de ser colocados os critérios de correção e talvez uma proposta de correção mas só depois da realização do teste, claro. Portanto, só depois de dia 25.

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  4. Boa tarde professora, só para confirmar, a matéria para o teste tem inicio na pagina 96 do manual (unidade 4)?

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  5. Uma pequena parte da unidade 1 - a partir da 1.3 -, uma parte da unidade 2 - a 2.2 a partir da condição operária - e finalmente a unidade 4 desde a Regeneração até à crise financeira fé 1880-90.

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  6. 3-Compreender a oposicao entre o livre cambismo e o protecionismo. Pode ensinar-me stora sff ? Eu acho que a oposiçao é que O protecionismo desenhou se claramente a necessidade de intervençao do Estado e o livre cambismo não. Será que é isso?

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    1. O que é o livre cambismo? Livre circulação de mercadorias, o que quer dizer que os produtos importados deixam de ser taxados com elevadas taxas alfandegárias, apresentando um preço final mais baixo. É evidente que esta situação terá consequências negativas para a economia dos países economicamente mais frágeis... mas isso já é outra conversa.
      Quanto ao protecionismo, funciona precisamente ao contrário. As medidas protecionistas protegem a produção industrial e agrícola nacional, sendo uma dessas medidas o aumento das taxas alfandegárias a pagar pelos produtos que vêm do estrangeiro que assim ficam mais caros e menos apetecíveis em comparação com os produtos nacionais.
      Então, são dois tipos diferentes, até opostos, de medidas económicas ou não?

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    2. Claro que o protecionismo depende sempre da intervenção direta do Estado na economia, pois é o Estado que define as regras e o grau de proteção dado a uns setores da economia e a outros não, quais os produtos que devem ser taxados com taxas alfandegárias mais elevadas ou menos elevadas, tudo feito de acordo com os interesses da economia nacional e os setores que se querem estimular e proteger da concorrência estrangeira.

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  7. A professora podia explicar-me o objetivo 15 e 17 sff?

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    1. Quanto ao objetivo 17:

      Como consequência do investimento nos transportes e meios de comunicação, assistiu-se à criação de um mercado nacional, fazendo chegar os produtos a zonas mais isoladas e estimulando o consumo; incrementou-se a agricultura e a indústria e alargaram-se as relações entre Portugal e a Europa evoluída.
      O desenvolvimento económico assentou, então:
      na revolução nos transportes - apostou-se na construção rodoviária e na expansão da rede ferroviária, construíram-se pontes e portos (como Leixões);
      no livre-cambismo - o desenvolvimento económico assentou na doutrina livre-cambista (pauta alfandegária de 1852 que reduzia as tarifas aduaneiras): a entrada de matérias-primas a baixo preço poderia favorecer a produção portuguesa; a entrada de certos produtos industriais estrangeiros (que Portugal não produzia) a preços mais baixos beneficiava o consumidor; a diminuição das tarifas contribuía para a redução do contrabando.
      na exploração da agricultura orientada para a exportação - especialização em certos produtos agrícolas bem aceites no estrangeiro (vinhos, cortiça) bem como inovações agrícolas (arroteamentos, redução do pousio, mecanização, uso de adubos químicos...);
      no arranque industrial - apesar do atraso em relação a outros países da Europa, difundiu-se a máquina a vapor; desenvolveram-se alguns setores da indústria (corticeiro, conservas de peixe, tabaco); concentraram-se empresas em alguns setores (como o têxtil, por exemplo); aumento da população operária (principalmente no Norte) apesar de maioritariamente não qualificada; criaram-se sociedades anónimas; aplicou-se a energia elétrica à indústria (já no século XX).

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  8. Objetivo 15:
    A industrialização portuguesa insere-se no contexto mais geral da industrialização europeia. Se todos os outros países europeus se estavam a modernizar e a desenvolver as suas industrias Portugal também fez o mesmo. Mas a industrialização de Portugal foi diferente da de países como, por exemplo, a Inglaterra ou a Alemanha que tiveram industrializações rápidas e de sucesso.
    Então, quais os fatores que limitaram a industrialização de Portugal?
    •falta de matérias-primas;
    •falta de população ativa no sector industrial;
    •falta de formação dos operários e do patronato;
    •orientação dos investimentos para atividades especulativas e não para atividades produtivas;
    •dependência do capital estrangeiro.

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  9. Pode explicar me so a 1 sff?

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    1. As crises do capitalismo são crises de superprodução em que a oferta de produtos é superior à sua procura por parte dos consumidores.

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  10. Stora na 1 fala-se so em relaçao á oferta e á procura e na 2 fala-se em td ne consequencias da crise desemprego, destruiçao de stocks....?

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    1. Sim, as crises manifestavam-se por vários sintomas (ou características):
      excesso de capacidade produtiva
      baixa de preços e destruição de sotcks
      suspensão de pagamentos aos bancos e Estados, desemprego e redução de salários
      falência de bancos e empresas
      redução do consumo

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  11. Como assim reconhecer , nas reformas que o movimento operario assumiu , a resposta á questao social do capitalismo industrial nao percebi o que temos de dizer

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    1. Ai o complicómetro a funcionar!
      Vamos lá a ver: o capitalismo industrial, ou seja, a criação de riqueza a partir das indústrias refletiu-se muito na sociedade, por exemplo ao nível das condições de trabalho e de vida dos operários que. como sabes, eram terríveis. Essas más condições de vida e de trabalho do operariado são um grave problema social (uma questão social).
      Para dar resposta aos problemas sentidos pelos operários e reclamar melhores condições surge o movimento operário.

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    2. Surge o movimento operário, com todas as propostas de mudança nas condições de trabalho e de bem estar do proletariado.

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  12. Professora a questao 9 é a mesma que a 10 ?

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    1. Não é bem a mesma coisa, mas uma espécie de continuidade lógica.
      Se o objetivo 9 implica perceber as razões pelas quais surge o movimento operário, o objetivo 10 implica perceber as razões porque o movimento operário foi importante na luta por melhores condições de trabalho, ou seja, o que foi feito pelo movimento operário para mudar o estado em que trabalhavam e viviam os operários.

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  13. Professora, vai colocar a correção ainda este fim de semana?

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    1. Professora, gostávamos de confirmar algumas respostas, será que pode colocar a correção ainda este fim de semana?

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    2. Não sei se repararam mas o teste é do ano passado. Os critérios de correção foram postados dia 31 de maio de 2016.

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  14. Stora, vai meter hoje a correção do teste?

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    1. Não sei se repararam mas o teste é do ano passado. Os critérios de correção foram postados dia 31 de maio de 2016.

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